sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Quando comecei
Sempre gostei de usar cremes, maquiagem e todas essas coisas de mulher. Um corte novo de cabelo, uma nova colocação. Desde que me lembro como gente sou assim. Um pouco feminina e outro pouco curiosa.
Essa etapa de descobrir minha relação com o mundo foi fantástica. Tive a possibilidade de provar praticamente todos cremes, penteados, cortes possíveis. Tudo isso porque meu cabelo é muito rebelde. E por isso tive que ir contra a natureza rebelde e buscar o que melhor combinava com meu cabelo.
Ser mulher tem suas vantagens, porque a gente já nasce com essa vontade de se cuidar e ter uma imagem cada vez melhor.
Desde pequena gostava de ler as bulas dos cremes (e de remédios também), lia de tudo com minhas lentes compradas em uma ótica do Brasil. Aprendi muitas coisas. E não só de beleza, mas de saúde também. Foi por isso que decidi me tornar esteticista. Com o tempo fui fazendo uma clientela muito boa e consistente, coisa que me ajudou muito a me destacar no bairro como uma esteticista competente.
Com o tempo também fui aprendendo a dar o devido valor ao meu trabalho e a reconhecer quando oferecia um serviço a preço muito promocional. A princípio serviu para ganhar clientela e poder mostrar meu trabalho, mas com o tempo, tive que aumentar um pouco o valor, pois para cobrir os gastos da clínica, tinha que trabalhar exaustivas horas e isso fazia com que a qualidade do trabalho não fosse a melhor ou pelo menos a do início do trabalho.
Mesmo assim isso não afugentou as clientes mais assíduas. Até hoje, depois de tantos anos, tenho clientes que vem fazer tratamentos para celulite, acne, drenagem, e todo o tipo de massagem. Graças a Deus minha agenda continua sempre cheia e nunca me faltou motivação para continuar em frente com meu negócio.
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